Seriado: Hinterland

11/08/2016 § Deixe um comentário

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Em um recente post escrevi sobre meus gostos atuais por filmes e seriados, por histórias verídicas de pessoas vulgares à desbravadores, como Vikings. Mas tem algo que também destaca aos meus olhos nas escolhas do que vamos assistir: a paisagem, a estética visual. Quanto mais exploram a natureza, os lugares inabitados, a beleza natural, mais quero ver. E é o caso desse seriado: Hinterland. Ele é filmado no País de Gales, em Aberystwyth e conta a história do investigador Tom Mathias, um cara perturbado que deixou Londres para solucionar crimes em um local cheio de segredos.

A paisagem é de tirar o fôlego. Sem contar que mesmo tendo somente duas temporadas de cinco episódios, os noventa minutos de cada episódio são muito bem desenvolvidos, uma trama muito amarrada, sem deixar pontas soltas. Se você gosta de histórias envolvendo crimes e segredos obscuros, o seriado é perfeito!

A terceira temporada já está sendo produzida e na nossa primavera possivelmente poderemos assistir! Ah, uma curiosidade, o seriado é filmado em duas línguas, em inglês e em galês. As duas temporadas do seriado vocês podem encontrar no Netflix.

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Seriado: Vikings

14/07/2016 § Deixe um comentário

Ultimamente tenho notado que prefiro ver filmes baseados em fatos verídicos. E quando existe um seriado que retrata a realidade de uma época, mesmo que distante? De qual estou falando? Vikings! Essa série produzida pela History Channel já conta com quatro temporadas, uma melhor do que a outra, e retrata a vida dos vikings no início da exploração marítima para o continente europeu.

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Além de retratar sem pudores a força dos vikings nos seus combates (existem cenas bem fortes, que deixam Game of Thrones no chinelo), mostra a força dos seus deuses, a paixão pela natureza e a igualdade das mulheres no grupo (a mulher viking herdava bens, podia pedir o divórcio e recuperar seu dote). Tanto que em 2014 pesquisadores da Universidade de Western (Austrália) descobriram que 50% dos vikings que iam para as guerras eram mulheres!

Hoje assistimos países nórdicos como Noruega, Suécia e Dinamarca se destacarem por sua igualdade de gêneros, pelo seu design, pela sua sustentabilidade e sua igualdade econômica e, conhecendo o seu passado, podemos comprovar suas diferenças e seu destaque sobre outras culturas.

Assistindo o seriado (que por sinal é uma produção de excelente qualidade) podemos nos certificar que os povos nórdicos estavam caminhando muito para a potência da atualidade. E digo, sem pastenejar, considero Vikings um dos melhores seriados da atualidade. Assistam e reflitam! Vai valer a pena!

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Filmes para viajar

14/02/2012 § Deixe um comentário

Estava querendo assistir Medianeras (Medianeras – Buenos Aires na era do amor virtual) faz um tempão. Estava passando em uma sala de cinema no norte da ilha e nunca conseguia ir até lá (galerinha, o trânsito aqui na ilha não é mole não, muito menos em alta temporada). Até que ontem consegui assistir. Imperdível. Perfeito. O filme analisa as construções, a arquitetura, as dimensões do mal planejamento da cidade. Todas angústias, excesso de informação, insegurança é decretado responsabilidade dos arquitetos e construtores. Mas além da arquitetura, mostra o nosso dia, que está cada vez mais virtual do que real, que estamos sujeitos às piores neuroses nessa era que estamos vivendo. Achei digno da nossa geração. Sem contar que mostra Buenos Aires, uma cidade super bacana.

Paris (Paris) era outro filme que queria ver e demorei para encontrar. É um filme de Cédric Klapisch de 2008. Para quem não sabe, esse é o mesmo diretor de L’Auberge espagnole (Albergue Espanhol) e Les Poupées russes (Bonecas Russas), dois filmes ótimos, que nos levam à outras culturas, para a vida dos estrangeiros jovens na europa (sempre que assisto esses filmes só tenho mais e mais vontade de viajar). Paris relata a vida de um grupo de pessoas em Paris. Vidas simples, mas que tem uma importância muito grande, e estão de certa forma ligadas, naquele mesmo conceito de que estamos todos seja pela energia, seja pela vida, interligados. É lindo!

Filmes que mostram a realidade diaria das pessoas e nos fazem querer viajar (real ou virtualmente).


E mais filmes!

06/02/2012 § Deixe um comentário

Semana passada escrevi sobre alguns filmes bacanas que assistimos nesse verão, mas não posso deixar de escrever sobre esses três filmes. Não vejo ligação entre eles (muitas vezes deixo trios parecidos, duplas de filmes que tem um toque de análise iguais), mas são ótimos. Puncture (Código de Honra) queria ver faz tempo, mas toda a vez que sentava não conseguia focar no filme e passava para outro. Pois bem, assisti semana passada e foi punk. Tudo segue em uma história real que inicia com uma enfermeira que acidentalmente é picada por uma seringa infectada por HIV. Um amigo seu desenvolve um projeto de seringa segura que após o seu uso é totalmente descartada, só que não consegue vender, já que os hospitais não compram devido um enorme esquema de corrupção. E nesse meio tempo entram em cena uma dupla de advogados, vendo neste caso uma ascensão na carreira. Sem contar que um deles é completamente dependente químico. Punk? Já Super 8 (Super 8) mostra uma gurizadinha muito inteligente, que está produzindo seu filme de zumbis com a famosa câmera super 8 e presenciam um super acidente de trem (uma das melhores cenas do filme) e a cidade fica à mercê de algo desumano. Fora toda o enredo do filme, as falas dessa meninada é muito madura! E deixei o melhor para o fim: Un Cuento Chino (Um Conto Chinês). Com um dos mais conhecidos atores argentinos, Ricardo Darín, o filme mostra um relacionamento que poucos achariam que poderia dar certo: entre um argentino e um chinês, sendo que nenhum fala a língua do outro. Um homem que vive recluso, que segue diariamente com sua rotina e odeia sair dela e um chinês buscando um parente, depois de ter sofrido um acidente no seu país, que mais parece um conto chinês.

E os filmes voltaram

01/02/2012 § Deixe um comentário

Então, como está sendo 2012 para vocês? Aqui está super corrido. Dei um tempinho do blog para conseguir organizar tudo. E no meio de todo esse tempo, muitos filmes foram vistos. Colocamos até isso em ordem, já que a lista estava ficando imensa! E que coisa boa colocar isso em dia!!! Para terem noção, nunca tinha visto a trilogia Senhor dos Anéis nem nenhum filme Harry Potter. Não sou a maior fã de sequências, mas achei que já era hora de ver. Gostei, gostei.

E eis alguns filmes que se destacaram (foi bem difícil escolher os melhores para colocar aqui): The Descendants e The Art of Getting By. The Descendants (Os Descendentes) em primeiro lugar mostra um dos lugares mais lindos de se ver: Hawaí. Um homem em pura análise de sua vida e amadurecendo conforme os acontecimentos vão ficando mais reais. The Art of Getting By (A Arte da Conquista) já pula para o jovem que não vê muito sentido na vida, sua análise se resume ao nascimento e morte do homem na solidão. E da mesma forma que em The Descendants, esse menino vai amadurecendo sua vida na melhor forma. E com muita arte na vida!

Filmes para não deixar de acreditar

23/12/2011 § 4 Comentários

Essa semana foram muitos, mas muitos filmes bons que vimos, mesmo!!!!! Tanto que fiquei muito na dúvida do que colocar por aqui. Separei os filmes mais bacanas, mais reflexivos, mais lindos que vimos.

Com certeza Beginners (Assim é o Amor) é o filme favorito desses últimos tempos. Ele é fantástico. Devemos curtir cada momento dele, filosofar nos altos e baixos, se deliciar com o pai, o filho, o cachorro, a namorada, os diálogos, as ilustrações, os textos. É lindo!!!!!!!! Aquele filme que nos surpreende a cada momento, que mostra a vida acima de tudo, com suas fraquezas e sutilezas. É tão bacana que deixo o parágrafo somente para ele.

Um filme que queria ter visto no cinema e acabei super me passando nas datas foi Contagion (Contágio). Mostra como é o risco dos vírus se mostrarem mortais. Uma vez li que o diretor, Steven Soderbergh, sabia que cada espectador iria sair do filme e ficaria um pouco obsessivo com a limpeza, principalmente das mãos. Ô, verdade!!!!! Verdade também o que acontece bem no finalzinho. Preste atenção. O consumo, a modernidade, trazem consigo tudo de bom e de ruim. Filme dentro de muitas possibilidades reais.

Como estamos perto do Natal (e eu, na minha ingenuidade, esqueci completamente dele, tanto que ontem percebi que faltam somente alguns dias para o dito cujo), vou adicionar mais dois filmes fabulosos ao post!

Quando eu e o João nos conhecemos, os dois estavam na faculdade. Vivemos a nossa liberdade da melhor forma possível. Quando assisti Like Crazy, não podia não lembrar da nossa fase onde somente o amor completava tudo. Ele continua completando, mas quando somos mais novos somos mais irresponsáveis, jogamos tudo para o alto sem nenhum medo. Isso é bom também. E isso acontece no filme, em diversos momentos. É lindo! Nos seus altos e baixos, o relacionamento vai amadurecendo, enobrecendo e algumas vezes enfraquecendo, sabemos disso. E o filme retrata maravilhosamente todas essas fases!

Em The Help (Histórias Cruzadas) a coisa muda de figura. Vamos parar no Mississipi, na década de 1960, onde negros sofriam um preconceito sem igual. Não estavam mais vivendo na escravidão no papel, mas na vida, com certeza! Em alguns momentos a raiva toma conta, a distinção entre raças é enorme e não consigo pensar como as pessoas foram assim e ainda são, em muitos lugares! Junto à isso, a obsessão de homens e mulhers para se casar e ter filhos, mesmo aqueles que não deveriam ter, traz a lembrança de que muitas coisas não mudaram, só estão maquiadas nos dias de hoje.

Feliz Natal!

Filmes Vida Insólita

16/12/2011 § Deixe um comentário

Quando vi pela primeira vez Planet of the Apes (O Planeta dos Macacos), eu tinha uns nove anos. O filme era de 1968 e eu fiquei totalmente impressionada com todo enredo e lembro até hoje aquela cena na praia com a estátua da liberdade. Vi depois também o filme de 2001, de Tim Burton, mas esse não trouxe a comoção que tive no primeiro. Final de semana passado vimos Rise of the Planet of the Apes (Planeta dos macacos: a origem). Curti demais. Esses filmes que voltam para a origem de toda a história sempre me fascinam. E este último achei maravilhoso. Todos deveriam assistir, não esquecendo do primeiro deles. Já o argentino El Hombre de al lado (O homem ao lado) foge totalmente desse enredo e nos leva à La Plata, na única casa que Le Corbusier, um arquiteto de extrema importância, construiu na América. Além desse toque arquitetônico, nos deparamos com a arrogância, falta de comunicação e muitas vezes a estupidez no contato de dois vizinhos, um designer industrial que mora na casa e outro que tenta abrir uma janela ilegalmente na sua casa. Este filme traz a prepotência dos seres humanos em um nível que não esperamos.

Soul Surfer (Coragem de viver) é outra história. Além de ser baseado na vida de Bethany Hamilton, mostra a determinação e superação da menina surfista após perder um braço durante um ataque de tubarão. O filme é muito bacana pois mostra a fragilidade, a decepção e a coragem que devemos ter na vida mesmo. Quem não gosta de filme assim ou com algumas cenas um pouco ruins na água, deixe de lado. Mas achei muito bacana ver toda essa vida e sim, lembro como reclamamos de tanta coisa sem precisar!

Bons filmes!

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