Filmes para não deixar de acreditar

23/12/2011 § 4 Comentários

Essa semana foram muitos, mas muitos filmes bons que vimos, mesmo!!!!! Tanto que fiquei muito na dúvida do que colocar por aqui. Separei os filmes mais bacanas, mais reflexivos, mais lindos que vimos.

Com certeza Beginners (Assim é o Amor) é o filme favorito desses últimos tempos. Ele é fantástico. Devemos curtir cada momento dele, filosofar nos altos e baixos, se deliciar com o pai, o filho, o cachorro, a namorada, os diálogos, as ilustrações, os textos. É lindo!!!!!!!! Aquele filme que nos surpreende a cada momento, que mostra a vida acima de tudo, com suas fraquezas e sutilezas. É tão bacana que deixo o parágrafo somente para ele.

Um filme que queria ter visto no cinema e acabei super me passando nas datas foi Contagion (Contágio). Mostra como é o risco dos vírus se mostrarem mortais. Uma vez li que o diretor, Steven Soderbergh, sabia que cada espectador iria sair do filme e ficaria um pouco obsessivo com a limpeza, principalmente das mãos. Ô, verdade!!!!! Verdade também o que acontece bem no finalzinho. Preste atenção. O consumo, a modernidade, trazem consigo tudo de bom e de ruim. Filme dentro de muitas possibilidades reais.

Como estamos perto do Natal (e eu, na minha ingenuidade, esqueci completamente dele, tanto que ontem percebi que faltam somente alguns dias para o dito cujo), vou adicionar mais dois filmes fabulosos ao post!

Quando eu e o João nos conhecemos, os dois estavam na faculdade. Vivemos a nossa liberdade da melhor forma possível. Quando assisti Like Crazy, não podia não lembrar da nossa fase onde somente o amor completava tudo. Ele continua completando, mas quando somos mais novos somos mais irresponsáveis, jogamos tudo para o alto sem nenhum medo. Isso é bom também. E isso acontece no filme, em diversos momentos. É lindo! Nos seus altos e baixos, o relacionamento vai amadurecendo, enobrecendo e algumas vezes enfraquecendo, sabemos disso. E o filme retrata maravilhosamente todas essas fases!

Em The Help (Histórias Cruzadas) a coisa muda de figura. Vamos parar no Mississipi, na década de 1960, onde negros sofriam um preconceito sem igual. Não estavam mais vivendo na escravidão no papel, mas na vida, com certeza! Em alguns momentos a raiva toma conta, a distinção entre raças é enorme e não consigo pensar como as pessoas foram assim e ainda são, em muitos lugares! Junto à isso, a obsessão de homens e mulhers para se casar e ter filhos, mesmo aqueles que não deveriam ter, traz a lembrança de que muitas coisas não mudaram, só estão maquiadas nos dias de hoje.

Feliz Natal!

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