Lâmpadas Fluorescentes

28/09/2010 § 9 Comentários

Desde que as lâmpadas econômicas (Fluorescentes) apareceram, sempre fui super à favor (mesmo sabendo que o descarte deveria ser em locais especializados, por ter mercúrio no seu interior – ou seja, tóxico), já que elas baixam o consumo de energia (nosso bolso agradece) e ainda favorecemos por um lado o meio ambiente. Favorecemos devido ao consumo de eletricidade advindo de usinas hidrelétricas, que por sua vez emitem elevados níveis de gases de efeito estufa (metano) e são super danosos ao meio ambiente.

Até aí é o que eu falava sempre. Pois bem. Faz algum tempo que ouvi algumas pessoas falando que elas não são tão boas assim, que são danosas ao meio ambiente e à saúde nossa, já que as lâmpadas emitem raios ultravioleta. Nesse meio tempo fiquei atucanada, já que minhas lâmpadas aqui de casa são fluorescentes e sempre encorajei a trocar lâmpadas incandescentes para fluorescente. Fui atrás, li várias reportagens, mas nenhuma mostrava com seriedade a questão, ou eram sempre tendenciosas.

Ontem achei no site da revista vida simples uma pequena reportagem sobre o assunto. E realmente a reportagem mostra que as lâmpadas são danosas à saúde, mas de uma forma um pouco diferente do que ouvi. Replico a reportagem:

A lâmpada fluorescente (também conhecida como luz fria) emite uma quantidade de raios ultravioleta tão pequena que não faz mal às pessoas em condições normais de saúde. Pode ser prejudicial apenas àqueles que têm hipersensibilidade a esses raios ou possuem alguma doença fotossensível. Elas funcionam da seguinte maneira: a corrente elétrica entra em contato com vapor de mercúrio e produz radiação ultravioleta, que é transformada em luz branca quando entra em choque com as partículas de fósforo presentes na lâmpada. “O problema é que há sempre uma quantidade de raios ultravioleta que não é processada dentro da lâmpada e se espalha no ambiente”, afirma Elvo Calixto Burini Jr., pesquisador do Instituto de Eletrotécnica da Universidade de São Paulo. Já as lâmpadas incandescentes, de “luz amarela”, iluminam quando a corrente elétrica aquece o fio de tungstênio (sem liberar raios ultravioleta). A lâmpada fluorescente é mais cara, mas gasta menos energia. “Para amenizar os efeitos da lâmpada, recomenda-se a utilização de um lustre, já que a lâmina de vidro é suficiente para filtrar os raios ultravioleta. Outra opção é utilizar um bom filtro solar”, explica Eduard René Brechtbuhl, do Departamento de Oncologia Cutânea do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Ou seja, se és hipersensível aos raios, melhor passar filtro. E sempre colocar um lustre, já que mostram que é o suficiente para filtrar esses raios. Pelo menos é o que sabemos até agora, porque vamos ser sinceros: todos os dias ouvimos algo diferente, sempre existem verdades escondidas e cheguei a conclusão que nem sempre saberemos de fato sobre o que faz mal ou faz bem. O que sabemos é que a melhor lâmpada seria de LED, só que falando bem de pertinho: é super caro.

E se essa lâmpada fluorescente quebrar? Pois bem, como elas contém mercúrio, são sim bem tóxicas.  Li em um site gringo os conselhos da Agência do Ambiente Britânica (através da BBC):

1. abra a janela e abandone o local pelo menos 15 minutos;

2. não use o aspirador, mas uma vassoura, com cuidado para não inalar as poeiras;

3. use luvas de borracha;

4. deite os restos num saco de plástico e feche-o bem;

5. leve a um local próprio para a sua deposição: informe-se onde existe coleta seletiva para essas lâmpadas. NÃO deixe no lixo comum.

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Embalagens Tipos

28/09/2010 § 1 comentário

Ok, me rendo. Totalmente. O que são essas embalagens para massa? São basicamente tipos associados com massa. Acho que não preciso falar mais nada, já que a essência do design gráfico aparece fortemente nestas evoluções.

Ah, e se entendi bem, os números que aparecem são o tempo de preparo!!!! Vi em packagin gugam.

Movies

27/09/2010 § Deixe um comentário

Hoje é dia de filme: lembram os cartazes que coloquei no blog de desenhos minimalistas para pôsteres de seriados? Pois então, um designer brasileiro, Pedro Vidotto, desenhou pôsteres na mesma linha para filmes. Muito bacana. Já aproveitei e peguei algumas imagens para falar de alguns filmes que nunca comentei por aqui e que fazem parte da vida cinematográfica de quem vos escreve.

Então. Dois filmes que vi este ano. Sensacionais. Up é uma animação magnífica, em uma historia fantástica de um senhor e um menino se aventurando por este mundo. Tri bem feito.

Where the wild things are (Onde vivem os monstros) é surreal, é sombrio, instigante, nebuloso.

Um clássico Edward Scissorjands (Edward mãos de tesoura) e outro que para mim também pode ser um clássico: Sweeney Todd. Ambos de Tim Burton. Ambos deliciosamente magníficos.

Ok. Esses filmes não são de agora. Esses filmes são para sempre. Pulp Fiction, precisa falar algo mais? E Sherlock Holmes, tanto faz o diretor, eu adoro as historias desse detetive. Adoro.

Quer ver mais pôsteres? Entra em design lovrs.

Layer Cake & RocknRolla

27/09/2010 § Deixe um comentário

filmes

Posso assistir mil filmes, me divertir com muitos cults, cômicos, irônicos, etc. Mas, o que de fato eu amo assistir são filmes de gângsters atrapalhados, confusões, histórias confusas, mil personagens. Gosto de uma confusão, de filmes que tenho que ver novamente para pegar cada detalhe. E se a trilha sonora for daquelas de arrepiar, não paro de falar bem, de assistir e com certeza este tipo de filme entra nos “filmes para assistir quando está ou não de bobeira”.

Primeiro gostaria de falar um pouco de Layer Cake (Nem tudo é o que parece). Esse filme é de 2004 e achei por acaso nas prateleiras da locadora aqui da praia. E me pergunto como não sabia dele antes! Algumas pessoas vão dizer que o filme de Matthew Vaughn é muito parecido com os filmes de Guy Ritchie, já que ele trabalhou antes com o diretor,  sendo produtor. Mas sabe de uma coisa? Adorei. Típico filme inglês (ao meu ver), com muita narrativa, muitos personagens, mostrando diversas faces de um assunto. Eu não sou crítica de filmes, nem nada disso, mas aqui mais uma dica de bom filme, com uma trilha sonora pra arrebentar.

E RocknRolla. Esse sim um filme de Guy Ritchie. Cheio de tudo o que falei acima e mais um pouco. Não achei o melhor filme dele em trilhas sonoras, mas é ótimo. Fica aí outra dica.

Achei uma resenha que concordo com quase tudo sobre Layer Cake no site omelete. Se quer saber mais, clica ali.

O verdadeiro plástico

21/09/2010 § 9 Comentários

Tenho muitas reticências com o plástico. Principalmente com plástico sendo utilizado na cozinha. São potes, copos, talheres, mais potes, embalagens de alimentos, bombonas d’água, PETs, e por aí vai. Faz já algum tempo que aqui em casa estamos trocando todos os potes de plástico para armazenar alimentos por potes de vidro. Custam um tiquinho a mais e sua vida útil é enorme. Desses potes falo dos tipo tupperware, com tampa, que servem para marmitas, guardar restos de alimentos, etc. Também compramos muitos alimentos à granel, como arroz, proteína de soja, cacau, e logo que chego das compras coloco esses alimentos diretamente em potes. Achei uns potes lindos de vidro reciclado na Tok & Stok e adoro, custam uns R$11,00. Para água mineral já trocamos as bombonas por filtro, colocamos diretamente no bico da torneira d’água e deixamos assim a água mais limpa e sem contato com plásticos do tipo PET.

Mas porque estou falando disso? Essa só foi uma introdução do que fazemos aqui. Agora o porque: o plástico tem um aditivo polimérico chamado Bisfenol A. Recebi um email de uma amiga, que é engenheira química e estuda os materiais à fundo, sobre uma nota na revista Pesquisa Ciência e Tecnologia da FAPESP de julho de 2010. Vou colocar na íntegra o texto:

Muitos estudos já detectaram que a água vendida em garrafas de plástico PET contém a substância bisfenol A, uma molécula que se encaixa nos receptores de hormônios femininos e altera o funcionamento hormonal tanto nas mulheres como nos homens. Uma equipe japonesa liderada pelo químico Yasuyuki Shimohigashi, da Universidade Kyushu, agora descobriu um bisfenol A enriquecido em flúor: o bisfenol AF. Em artigo publicado na Environmental Health Perspectives, o grupo demonstra que o bisfenol AF tem uma afinidade por dois tipos de receptores relacionados ao estrogênio – o alfa e o beta -, respectivamente 20 vezes e 50 vezes mais forte que o primo bisfenol A. A molécula ativa o primeiro receptor como se fosse o próprio hormônio feminino e bloqueia o segundo, impedindo a ação hormonal. O resultado é um desequilíbrio que pode contribuir para o surgimento de cânceres reprodutivos. Não há uma estimativa do nível de exposição a que estão sujeitos os usuários de água engarrafada em plástico.

E isso não é somente em PETs, mas também em qualquer plástico, já que o Bisfenol A vai no plástico e ” não é ligado quimicamente ao material e aí que ele vai se despreendendo do produto desde a sua fabricação até todo ciclo de vida útil do produto e vai junto da comida, da água e pior ainda quando a gente resolve guardar comida quente em embalagens plásticas, porque o calor acelera esse despreendimento de Bisfenol A (dependendo do plástico pode ser outros aditivos, um outro exemplo é o ftalato)”,  de acordo com Camila Bianco, a engenheira que enviou este email.

Agora me digam, não é preocupante? Por isso sempre digo, sustentabilidade também é saúde, qualidade de vida. Ok, vidros podem ser mais caros que plásticos, mas pense em comprar mais produtos à granel, consumir menos produtos que estejam em plásticos. Qualidade de vida gente, à longo prazo a gente recebe a conta. Vocês sabem do que eu estou falando, certo?

Imagem acima fazendo alusão ao clássico copinho de plástico. Mas nesse caso é de vidro.


Vitrines

20/09/2010 § 2 Comentários

Já analisaram as vitrines bem? Já pensaram que existem profissionais qualificados que somente desenvolvem esse layout? Sou super fã de vitrinistas e dou realmente muito crédito às lojas que fazem das vitrines boas obras de arte. O papel do vitrinista é muito importante e fico super decepcionada quando vejo que alguns estabelecimentos não dão valor ao papel destes profissionais. Na minha cidade natal, Caxias do Sul, conheci diversas lojas que deixaram de contratar o pessoal para deixar que uma vendedora fizesse este trabalho. Decepcionante.

Abaixo vitrines da loja Anthropologie, uma mais linda que a outra. Um trabalho lindo, digno de exposição.

Fotos: design sponge.

Quarto dos pequenos

17/09/2010 § Deixe um comentário

Caramba. Está tudo tão corrido que acabamos não escrevendo aqui no blog. Mas estamos com vários posts praticamente prontos, só falta aquele detalhe final, sabem? Aos poucos vamos colocando no ar…

Abaixo um antes e depois de dar gosto de ver. Quando vi fiquei bem maravilhada com o trabalho com que fizeram nessa pequena grande reforma. Realmente o quarto que era sóbrio virou totalmente num quarto para um pequeno ser. Reformando todo o quarto e móveis que já tinham, pintando paredes e um teto incrivelmente criativo (e certamente muito difícil… já tentaram pintar o teto? Não é uma tarefa nada fácil!), trocando o tecido da poltrona e do carrinho vintage, pintando os móveis, pô, que diferença hein? E que ideia bacana de pintar o móvel dentro de uma cor super viva!!!! Bom, adorei. Essas ideias servem para mil outros cômodos, fica a dica.

Procurei o link e não achei. Mas tenho certeza que este antes e depois é do design sponge.

Onde estou?

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