Dez formas de curtir (Número 07)
10/02/2012 § Deixe um comentário
Sequência do post Dez formas de curtir (Número 01) sobre uma reportagem li no site da Revista Casa e Jardim e que vale muito a pena. O texto abaixo de todas as imagens é da designer holandesa Lidewij Edelkoort para a Revista Casa e Jardim, que estuda comportamento de consumo em vários países. Todas as fotos são pessoais, feitas por mim e pelo João, a maior parte da nossa casa.
“Vivemos uma era nômade, sonhamos com evasão. Queremos ter raízes – mas precisamos poder nos livrar delas de vez em quando. A mobilidade tornou-se uma urgência. Poder mudar permanentemente sua casa de lugar tornou- se o idílio do nosso tempo. “Nas minhas férias, conheci um jovem que viajava por uma rota de praias em seu coupé conversível, luxuoso”, conta Li. “A cada dia ele chegava a uma cidade diferente e instalava ao lado do carro uma minúscula tenda de camping para uma única pessoa, onde passava as noites. No contraste de seu belo carro com esse estilo de vida de uma simplicidade fundamental, extrema, eu vi o sonho contemporâneo de liberdade.” O verdadeiro luxo de hoje em dia é poder ser livre. Dormir numa rede. Não seguir a moda. Desenvolver uma relação mais profunda com os objetos que estão em seu entorno, buscar o essencial. Ter uma vida portátil.”
Foto: esse canarinho praticamente mora aqui na nossa casa. Vive no muro, pulando nos galhos de um limoeiro do vizinho. Ele é lindo e faz parte da nossa visão diaria com mais outros passarinhos que vivem por aqui. São lindos. A liberdade que eles nos transmitem é incrível. E nós somos exatamente assim, livres. Não sabemos onde iremos continuar nosso percurso daqui alguns anos, mas também nem pensamos tanto sobre isso. O mundo está aí, de portas abertas para nos receber. Tem tanto lugar para conhecer, para morar, para curtir que acho a escolha de um lugar só para a vida inteira algo totalmente fora da nossa realidade.
Bobagem, será?
18/10/2010 § 4 Comentários
Boa tarde pessoal!
Bom, como eu havia comentado com o Joel, estou para escrever este post a meses!! hahahaha… Bom, trocando alguns comentários do por quê, as coisas custam tão caras no Brasil, li muitas coisas interessantes a respeito. Pretendo não enrolar muito.
Na revista Viagem e Turismo de agosto ou julho, não lembro, tem uma reportagem sobre a presidente da ANAC, Solange Vieira, que acabou com a palhaçada das companhias aereas nacionais. Permitiu que empresas estrangeiras possam dar descontos de até 80%! Claro, que os presidentes da GOL e TAM abriram a choradeira e a chamaram de incompetente pra baixo. Resultado da história, nunca se viajou tanto de avião! E o que é melhor, a população mais humilde esta conseguindo viajar de avião tb. Justamente pela iniciativa da presidente que abriu a concorrência. É isso que eu não entendo. Os caras já ganham grana e não permitem que uma parcela maior da população não se beneficie, por causa de ganhos e mais ganhos. Claro, esse é um exemplo pequeno, mas muito ilustrativo da ganância!
Fonte: O Globo
O outro lado da moeda é que a culpa de preços absurdos, não culpa exclusiva dos empresários, mas sim da própria população afetada. Nas páginas negras da Trip do mês passado, edição 192, o antropólogo Roberto Da Matta explica que nós, os brasileiros, temos sede de exclusividade e paga-se alto para isso. O tal de Fetiche. Paga-se muito além do que o produto realmente custa, por causa do que esse produto representa. Por isso, restaurantes de São Paulo e Rio de Janeiro, em que meia dúzia de atores de novela e subcelebridades frequentam, custam bem mais do que os mais famosos de Nova Iorque. Então gente boa, tem nenguinho pagando caro, só pra se achar! FODAAA!!! É só olhar os sites mais populares como Globo e Terra. A quantidade de gente sem noção alguma que esta fazendo qualquer coisa para aparecer é absurda! E o pior que conseguem a fama!! Sei lá, fico decepcionado. Tudo bem… não sou contra a pornochanchada, mas que pelo menos possamos ter a chance de escolher outra coisa!
No fim, realmente vivemos, acredito que a população brasileira como um todo, nossos últimos dias na Terra! hehehe… Sério, realmente estamos comprando mais, porque o Real esta mais valorizado, mas as coisas meio que saíram do prumo. Gente pagando absurdos por produtos que não valem um terço. Como já disse antes, agem por estímulos externos sem raciocinar. E eu acredito, que o voto seja feito dessa forma! Alguém dúvida??
Será que eu sou muito chato, sempre escrevendo sobre a mesma coisa? Eu juro que eu sou uma pessoa legal!!! hahahaha…Mas não me conformo com o rumo das coisas. O ambiente indo pro saco e as pessoas deslumbradas com bobagens! Claro, bobagem é super importante para nos distrair e para nos transformarmos em pessoas mais leves, mas viver da bobagem eterna me deixa nervoso, porque absurdos são feitos em quanto as pessoas pensam só na bobagem!
Acredito, que seja legal lerem a reportagem na Trip!! O link esta em cima do 192!!! hehehehe…
Abraço a todos! E consumam a bobagem com moderação!!
Revivendo o passado
15/10/2010 § Deixe um comentário
Durante uma semana estivemos longe das altas tecnologias para descansarmos. E como estávamos precisando! Agora no retorno, estamos aos poucos voltando à nossa vida corrida, mas também gostosa aqui em Florianópolis. Fomos à um destino que para nós é logo ali: Buenos Aires. Tenho amigas muito queridas que moram lá e fomos visitá-las, descansando a mente e digerindo novas culturas. Buenos Aires é uma cidade linda, muito charmosa e para nós brasileiros, mais barata em alguns setores. Mas, ao contrário de outras vezes que fomos, nem tudo estava tão barato. A Argentina está passando por um momento delicado, a inflação está em 20% ao ano e produtos como alimentação encareceram muito mesmo. Quem vive lá está sentindo muito forte este desequilíbrio na economia e tu consegue sentir nas pessoas um ar mais pesado, menos tranquilo, pessoas mais carregadas e descontentes.
Dessa vez quisemos nos conectar um pouco mais com a cultura. Decidimos andar um pouco mais em regiões diferentes, andar mais de metrô e conhecer alguns lugares desconhecidos. Foi muito bacana, meus pés pediam arrego todos os dias, mas minha mente ficou realmente descansada, deixando um gostinho de querer mais no final. Por isso também não vou aqui ficar relacionando pontos turísticos, já que em blogs e sites podemos conferir tudo o que há para fazer pela cidade porteña. Mas um lugar devo dizer que é parada obrigatória: o Jardim Japonês. Se tiverem sorte e forem em um dia de sol, é lindo, transmite uma paz sem igual. Passear no meio da cidade em um jardim tão tranquilo é algo sensacional. E os incensos da lojinha? Maravilhosos 200 sticks que duram uma eternidade. Um dos melhores.
Andamos pra caramba em San Telmo, um bairro que só conhecia sua famosa feira de final de semana, mas realmente o que menos me agradou no final é sua feirinha de antiguidades. As ruas são lindas, os prédios super antigos, é como se estivéssemos vivendo o passado bem à nossa frente. Como é um bairro mais simples, chegamos mais perto da realidade, podemos sentir mais de perto as rotinas, a cultura em si. Suas lojas com peças divertidas e modernas contrapoem o antigo, o clássico, o passado. Duas lojas lindas: l’ago e cualquier verdura.
Se quiserem fazer compras em um local que realmente continua valendo hiper a pena: Farmacity. As farmácias de lá tem produtos por mais da metade do preço se compararmos com o Brasil e tem de tudo. Principalmente produtos Neutrogena, shampoo TRESemmé, maquiagem Maybelline, Rimmel, e a marca argentina Emolan de make. Para terem uma ideia, comprei até filtro solar, pois valia super a pena. Ah, sem contar no Top Coat da Revlon, que no Brasil custa R$60,00 e lá paguei R$18,00. Também vale a pena dar uma olhada na parte de decoração da Falabella. Itens bem bacanas, com preços mais ainda.
Buenos Aires continua linda, continua inspirando, continua fazendo parte de uma cultura reveladora. Depois das compras, deixe alguns (vários) dias para sentir a vibração da cidade, deixar se contaminar pelo novo, por uma cultura diferente. Não precisamos concordar com a forma de como essa cultura é, mas estar inserido nela, ou tentar entendê-la faz parte e é uma viagem à parte.
Fotos: João na sua inspiradora fase preto e branco.
Recifes de Corais
18/09/2009 § Deixe um comentário
Pessoas desse Brasil, estou para escrever sobre isso à algum tempo e depois de ler alguns livrinhos, resolvi fazê-lo agora.

Cortesia: João Paulo Cauduro Filho
Pois bem, um pouco da dinâmica dos recifes de corais. Eles são formados por cnidários com esqueleto de carbonato de cálcio em sua grande maioria, mas algas, conchas e as espículas das esponjas entram no bolo para formarem essas estruturas. Para vcs terem uma idéia, um coral para atingir o tamanho de 1-2 metros pode levar de 300 a 3 mil anos. Ou seja, esses locais lindos de morrer, não se formaram da noite para o dia.
Os recifes estão em locais de muita instabilidade climática e servem de proteção ao continente contra a força das ondas provocadas por tremores de terra ou furacões. Sim, eles servem de quebra-mar para diminuir a força das ondas e se eles não existissem o processo de erosão do continente seria muito grande. Aí, os bangalosinhos não poderiam existir como nessas fotos, que nos vemos por aí. Ao contrário do que ocorre no ambiente terrestre, a recuperação de um ambiente desses é praticamente impossível, uma vez que não existem bancos de “sementes” e o crescimento é lento demais. Nesses ambientes recifais um organismo depende do outro para que tudo exista daquele modo que vemos, assim como em uma floresta.
Só que as árvores que criam o ambiente para o aparecimento de outras espécies, apresentam um crescimento muito mais rápido, em relação a esses organismos marinhos, então a recuperação de um ambiente de floresta tropical pode ser recuperado em 20 – 30 anos, o que é impossível para um recife. Então pensem bem antes de comprarem qualquer coisa oriunda dos recifes. Não peguem conchas ou qqr outra coisa que possa servir para o continuo processo de formação dessas construções naturais!


No momento que retiramos do ambiente qualquer pedaço de coral ou concha, estamos limitando o ambiente do composto carbonato de cálcio, que serve para a formação corais jovens e para a manutenção dos blocos calcários que formam essas estruturas, chamadas de recifes.

Olhem, mas NÃO toquem! Por favor. Comprem presentinhos com materiais provenientes de programas de sustentabilidade. Comprem artesanato das cooperativas. Aí sim, nós estaremos ajudando no desenvolvimento dessas comunidades. As vezes pensar dói, mas vamos lá! Um pouco de exercício mental, não faz mal a ninguém. Aliás, evita os alemães Alzheimer e Parkinson!
Norge, Norway, Noruega
20/08/2009 § Deixe um comentário
Onze anos atrás não sabia muito deste país: Noruega. Sabia sobre o bacalhau, vikings, muito frio e que todos eram loirinhos. Eehhehhe. Brincadeiras à parte, já são onze anos que fui para este país desconhecido e fiquei lá por um ano, terminando o colégio como intercambista. Alguns dados do país: a língua oficial é norueguês, país de monarquia, capital Oslo, moeda coroa norueguesa.
Eis que é um país lindo. Além de ter uma cultura muito rica e extremamente diferente daqui (completamente!), a natureza lá é o que faz a diferença. Como os noruegueses amam a natureza, não tem um final de semana que não estão subindo alguma montanha, esquiando, fazendo trekking, tudo ligado à natureza. Lá que aprendi muito do que uso até hoje para o trabalho de sustentabilidade. Eles realmente estão mil anos à frente da gente neste e diversos pontos.
Morei aquele ano em Sandnes, cidade mais ao sul, pertíssimo de Stavanger, cidade que faz parte dos campeonatos mundiais de vôlei de praia. Stavanger realmente é uma cidade linda, portuária como a maioria das cidades, com suas lindas casas tombadas pelo governo, todas branquinhas…
O que quero relatar aqui é mais uma daquelas viagens que devem ser feitas. Mais uma vez, mais do que qualquer outra trip, sem muitos tostões no bolso e muita vontade de conhecer tudo, fomos em 26 intercambistas para o norte da Noruega, chegando na fronteira com a Rússia. Pegamos um navio que faz essa rota, o M/S Polarlys da Hurtigruten e fomos de Bergen à Kirkenes, cidade fronteira com los russos. Como não tínhamos grana e o navio estava um pouco vazio devido à época de baixa estação, nos cederam a sala de convenções e acampamos durante dez dias (gente, agora posso estar mentindo, mas não sei exatamente quantos dias que ficamos embarcados…). Tínhamos um banheiro para todos e a diversão foi um dos pontos altos da trip, como sempre deve ser.
Fotos: fiordes e alguns da trupe. Eu sou a de óculos com uma carinha bem redondinha… ehehhe.
Foi nesta viagem que vi pela primeira vez a aurora boreal, dança de luzes no céu, algo mágico, sublime, na natureza não sei se acharei algo tão lindo. Todos ficaram maravilhados e o frio… frio era de menos nessas horas. Lembro bem, fomos em abril, um pouco depois do meu aniversário. Foi um presente pra vida, linda a trip, gente tão bacana que quase não falo mais (somente com alguns ainda mantenho contato) e muiiiita saudade. Todos novinhos né, 17 anos, 18 no máximo e um mundo realmente de descobertas. A única coisa de fato que foi ruim foi que comprei bonequinhas russas lá na fronteira e… esqueci em um ônibus que usamos lá… até hoje gostaria de ter as bonequinhas. Penso que um dia irei até a Rússia e vou me esbaldar nelas.. ehehehe.
No final das contas… sim, o povo lá é super fechado, o norueguês não é um bicho de sete cabeças, é um país riquíssimo, super preocupado com o meio ambiente, é frio pra caramba (mas passo mais frio aqui no sul do brasil do que lá), tem muito loirinho mesmo, e eu acabava sendo mais uma na multidão, só viam que eu não era de lá quando viam meu sotaque diferente do de lá… Aurora boreal, sol da meia noite, natureza, natureza, natureza, tem que curtir a Noruega.
Foto lá em cima: à esq. Kirkenes, cidade fronteira com a Rússia, bemmm ao norte. À dir. o navio, polarlys.
Viagem de reconhecimento do litoral do RS
13/08/2009 § Deixe um comentário
Moro no Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Sou de Caxias do Sul, serra gaúcha. Mas não me sinto parte de nenhuma dessas cidades. Sou de todos os lugares, não sou tradicionalista. Começo relatando os posts sobre viagens com uma que foi super bacana e em um dos lugares que mais gosto, senão dizer O lugar que mais gosto: praia.
Como começou: inicialmente iríamos fazer uma caminhada que um amigo nosso, vulgo “comandante” queria fazer, de todo o litoral sul. Iriam ser 5 ou seis dias se não me engano. Éramos em cinco no total, o comandante, gui, úrsula, edu e eu. Na época acho que todos faziam academia e estavam bem preparados para a viagem e topamos geral. Chegando perto da trip, nosso comandante de bordo teve um problema de saúde e não pode comparecer. Úrsula também acabou abandonando a ideia, mas não lembro bem o pq. Foi assim que nós três, eu, gui e edu, resolvemos encurtar a viagem do litoral do RS. Ao invés de ir de Quintão (sul) até Torres (norte), decidimos ir de Atlântida à Torres, que levaria 3 dias. Faríamos no total 50 à 60km.
Pois bem. Não era uma viagem cara. Só tínhamos que ter uma mochila, barraca, pegar um bus para Atlântida e em Torres ir para Porto Alegre. A comida levaríamos lanches leves e almoçaríamos na civilização mais perto que achássemos. Dormiríamos em uma barraca, nas dunas, longe de tudo e todos. E caminharíamos muito, sem frescura alguma.
Galerinha, galerinha. Deu tudo muito certo. Era dia de natal e começamos a trip. Em Atlântida, folia total. Antes de começar nos alongamos na plataforma e fomos caminhando. Fazíamos assim: a cada uma hora, parávamos 10 minutos para alongar, beber água e comer um pouco de chocolate ou algo. Em alguns lugares chegaram a nos fotografar, gravar vídeos, foi engraçado. Tinha lugares que praticamente não tinha nada, só o barulho do vento. Aliás… o vento… no sul é normal ventar muito no litoral, o famoso nordestão. E estava uma louuucuuura. Vento muito forte contra a gente.
Chegando perto de Arroio do Sal e antes de Rondinha, decepção… largos esgotos indo em direção ao mar. Alguns não eram tão grandes, mas lembro bem que no segundo dia, tive que trocar de tênis pois tive que pular muito no meio da m… é sério. Coitado do mar… a poluição era visível, mas a beleza do mar, das dunas e dos animais chegava a nos tirar o fôlego. Sim, o litoral gaúcho pode ser bonito, preferencialmente longe da civilização.
No primeiro dia tudo tranquilo. No segundo dia, o gui em areias brancas teve dores enormes nos pés… tivemos que fazer uma parada e chegamos um pouco mais tarde no nosso acampamento que era escolhido na hora… longe de tudo e todos. E levava algum tempo para montar, já que o vento era forte e tínhamos que caminhar um tanto para conseguir dunas perfeitas. De manhã era um sarro, desmontar barraca, passar protetor, comer, acordar e seguir viagem. Sempre nos atrasávamos e cuidava para que todos ficassem bem. Éramos um time.
Quando chegamos à Torres (fotos acima, à esq eu por último), foi o supra sumo. Ninguém acreditava na nossa pequena trip aventura, tanto que nos ligaram diversas vezes para ver se gostaríamos de carona.. acreditam??? Bom, fomos até a praia dos molhes, divisa do estado do RS com SC. Fechamos a trip com chave de ouro, às 14hs. Fizemos festa até horas da madrugada. Nada como superar pequenos limites… lembrar pra sempre. E a saudade fica…
Fotos no início do post: barraca pronta para ser retirada (tinha uma linda família de corujas muito queridas perto) e nós três, foto tirada por um pescador no meio do nada.
Trabalhos…
21/07/2009 § Deixe um comentário
Gente, não postei esses dias por falta de tempo. Estou em Caxias do Sul, trabalhando essa semana por aqui. E o João? Pois ele não irá postar nada essa semana. Adivinhem… quem conhece acho que adivinhou… John está em uma saída de campo, aos arredores de Itajaí, santa catatina, embarcado. Ou seja, ele está em alto mar, em um navio.
O navio chama-se Soloncy Moura e é um navio de pesquisa. Ele fica em Itajaí e é o navio do CEPSUL (Centro de Pesquisas e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Sul e Sudeste) e IBAMA. Show não? O João foi fazer sua pesquisa com os poríferos marinhos, ou seja, as queridas esponjas marinhas, que são os bichos que ele trabalha à algum longo tempo.
Enquanto isso, fico em Caxias do Sul, serra do Rio Grande do Sul, cidade gelaaada, que chamo carinhosamente de pérola das colônias. Estou trabalhando por aqui, somente por esta semana. Bjjjssss.
Novo Assunto: Viagem ao mundo
15/07/2009 § Deixe um comentário
A partir de hoje farei posts sobre VIAGEM AO MUNDO. Colocarei relatos meus, de livros, de amigos, enfim, tudo sobre viagem e sobre esse mundo maravilhoso. Não que eu tenha viajado muito, mas fiz algumas aventuras que pode-se relatar aqui. Ehehehhehe.
Irei ordenar a minha listinha de trips e também das que quero fazer! Essas também falarei, já que adoro ler sobre mil lugares e fico viajando, viajando, viajando, pensando como seria e tal. Mandem relatos de vocês também!!!!!!!!!!!!
E gente, hoje tá o dia mais frio que existe… olha, acho que cai neve na serra, se chover, tenham certeza disso! E é pra lá que vou no final de semana! E tenho formatura! Gente, ninguém merece esse frio, imaginem os formandos!!!! Brrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr.
Abraços gelados.
Foto: sxc.hu.
Pet Airways
23/06/2009 § Deixe um comentário
Pena que ainda no Brasil não tem. Alysa Binder e Dan Wiesel sempre viram o stress que era para viajar com animais em avião. Foi então que abriram a Pet Airways, que começa a ter vôos nos EUA em julho de 2009.
Os animais viajam confortavelmente nos aviões, com todo o atendimento necessário. Iniciam os serviços em Washington D.C., New York City, Chicago, Denver e Los Angeles, inicialmente uma vez por semana.
Será que no Brasil rola?
Tipo… quase mochileiros
01/06/2009 § Deixe um comentário

Nós não somos turistas de comprar pacotes de agências. Gostamos de estudar o lugar, em sites, revistas, livros, perguntar à amigos e, assim, viajar atrás de dias bacanas, diferentes, agradáveis e muito corridos.
O mais bacana é falar com o pessoal que mora no lugar. Conhecer de perto a cultura, não importando se é longe ou perto de onde moramos. É sempre diferente.
Essa trip não foi nada diferente. Fomos para o Rio (mesmo o João tendo ido algumas vezes para lá não conhecia e eu, nem perto disto) para conhecermos de perto o que é viver como um carioca. Não 100%, pois isso, somente morando lá. Ficamos 5 dias no Rio e 5 dias em Búzios.
Chegando no aeroporto já nos deparamos com algo que fazia algum tempo que não via: muita gente querendo oferecer preços mirabolantes para levar onde gostaríamos de ir. Já naquele momento começamos a ter o carioca, sangue bom, no nosso lado. Uma senhora me puxou para o lado e mostrou que os taxis mais baratos seriam os que estavam mais distante da gente. Puxei o João que estava ao lado de um dos picaretas não deixando o guri pensar e fomos lá. Este é o primeiro ponto gente. No Rio, nos aeroportos e qualquer rodoviária, tem esses carinhas querendo uma graninha mais fácil. É só se ligar e não cair no que está mais fácil, ali na frente.
Na praia, ficamos só com o filé mesmo. Ficamos somente em três praias e mais uma vez o carioca sangue bom ajudou a gente. Nos ligaram para cuidarmos um pouco mais das nossas coisas. Mesmo sempre cuidando, a gente se descuida por algum momento mínimo e pufffffff, some tudo. No hostel onde ficamos, um alemão perdeu toda sua mochila com esse descuido (vi que o João falou a mesma coisa no post dele).
Fomos tri bem recebidos por todos na viagem do Rio. Achamos ótimos lugares para tomar sucos excelentes e salgados. Andávamos tranquilamente à noite nas ruas (coisa que em Porto Alegre não fazemos com essa frequencia). E caminhamos, demais. Adoro caminhar, acho ótimo para o corpo e especialmente a alma. Assim conversamos mais com o pessoal ao nosso redor, vemos a rotina e curtimos tudo. Achei todas as pessoas muito, muito bacanas, simpáticas e atenciosas. O João já falou sobre o Che Lagarto no post acima, mas devo dizer que adorei lá. Fiquei sabendo por muitas amigas que já ficaram em vários Che Lagarto pela América do Sul e não tive dúvida em reservar. Detalhe: reservamos em fereveiro tudo. Com isso pegamos tarifas bem mais baratas e super em conta. Cara, super bom atendimento, ótimas noites, agradabilíssimas.
Também devo agradecer aos nossos amigos de Porto Alegre que estão morando no Rio, Eder e Adri, que nos levaram em lugares que não iríamos certamente. Fizemos uma trilha no morro da Urca (o João morre de medo de altura gente, jamais conseguiria subir no bonde do pão de açúcar), adorei!!! Vou dizer que foi o passeio que mais gostei do Rio. Se tu fores para o Rio, vá nessa trilha. E descubra as outras tantas que tem por lá. Ah, e a cia deles também, perfeita!!!! Boa sorte aí gente!!!!
Depois dos cinco dias no Rio, fomos para Búzios passar mais cinco dias. Hummm, aí que colocarei muitos posts, desde as praias onde fomos, o que fazer, como chegar e como não perder todo o dinheiro somente com comida (êta lugar caro para se comer!).
Nessa viagem lembrei de uma amiga, a Karine, que hoje mora em Portugal. Ela me disse um dia que devemos viajar e ficar a maior parte do tempo em um lugar, conhecer bem, se sentir da cidade onde está. Viajar para mil lugares em 15 dias, realmente, concordo com ela, não traz esse prazer cultural e espiritual.
Santa sabedoria!
Foto: Praia do Arpoador. Rio.
O Grande retorno
01/06/2009 § Deixe um comentário
Well, well, well.
Agendei vários posts dia 17 para até dia 30 de maio. Estávamos viajando galera. É… Fugimos do frio e fomos pegar um pouco de calorzinho deste Brasil lindo. Viajamos por mil razões: férias, pesquisa, congresso. Sim. Fomos para o Rio de Janeiro e os próximos posts escreverei sobre nossa trip. Ah, antes que me perguntem, o Rio continua sim, lindo, muito lindo. Tudo aconteceu na trip e darei algumas pequenas dicas de como não ser passado a perna até como viajar com custo mais baixo!!!!

Só tenho uma coisa para dizer neste post: cara, destino é uma coisa e tanto na nossa vida. Saberão nos próximos posts.
Saudades people!!!
Foto: do John, na Confeitaria Colombo do Forte de Copacabana.
Viagem e Turismo
29/05/2009 § Deixe um comentário
Sabe, assinávamos a revista viagem e turismo. Sempre adorei viajar e queria aprender mais e mais de diversos lugares. Assinando a revista, pensava em expandir minhas ideias, ver dicas bacanas de lugares, restaurantes, hoteis, pousadas, etc.

Realmente achamos isso. Mas muito pouco. A revista, pensando bem, não é para o público de quem vos escreve. A revista mostra muito requinte, para quem não se interessa tanto por isso. As diárias de hotéis para eles são normais de R$500,00. Para mim não. Tem uma coluna ali, onde um cara escreve sempre contra mochileiros, contra pessoas que fazem viagens conhecendo as pessoas, isso me irritava.
Agora, de uns tempos para cá, a revista veio diferente (não renovamos a revista, pelo contrato acho que ainda vem alguns meses mais). Tem blogueiros falando, mochileiros, outra galera. Melhorou bastante, mas ainda não se encaixa no meu perfil. Acho que em todas as matérias, pode-se mostrar todo o requinte de algum lugar, mas na hora de falar de valores, deveriam mostrar as diárias baratas e as caras, ter um maior número de possibilidades ao leitor. E isso em todos os itens recomendados.
Tomara que um dia façam uma revista pensando também nesses detalhes. Eles fazem a diferença. E como!
Foto: sim, eu sou mochileira (sou a última da foto). Mas nesse caso, não paguei para ficar em pousada. Foi nas dunas mesmo! Uma hora conto essa viagem.















